• Imagen
  • Imagen
  • Imagen
DONATIVOS PARA O COMPANHEIRO: 0035 0697 0054 8291 9301 4
A sua ajuda é fundamental para que possamos continuar a ajudar...

HISTORIAL

 

O COMPANHEIRO tem desenvolvido a sua atividade na ótica da inserção social de pessoas reclusas e ex-reclusas desde 13 de fevereiro de 1987 (data da sua constituição). Surgiu na sequência da atividade de visitadores prisionais, por inspiração do Sr. Padre Dâmaso, tendo por pressuposto, que os indivíduos tinham mais apoio durante o cumprimento da pena, do que após o seu termo.

 

O COMPANHEIRO tem tido como principal atividade a inserção pessoal, social, laboral e cultural de pessoas que se encontrem em situação de exclusão social, tentando contribuir para a sua inclusão e integração societal.

 

Assim, definiu dois grandes grupos de setores: um virado para uma missão assistencial (Residência Coletiva Masculina; Refeitório social, Higienização e Tratamento de Roupas, apoio social, intervenção clínica e aconselhamento jurídico) e outro que procura articular a missão assistencial com fins técnicos, económicos e produtivos.

 

imgEm 1990, O COMPANHEIRO candidata-se ao Programa de Luta contra a Pobreza, sendo que em 1991 a CML, cedeu os terrenos onde estão hoje instalados os Serviços e Equipamentos, na Avenida Marechal Teixeira Rebelo em Lisboa com uma área de terreno de aproximadamente 30.000m2 e ocupando uma área construída de 2500m2.

 

 

No ano de 1992, criou-se o modelo ocupacional para atividades oficinais e artesanais (e.g, Serralharia, Construção Civil, Tapetes de Arraiolos, entre outras), de modo a permitir a subsistência d’ O COMPANHEIRO. Aos clientes, permitiu levar a cabo um processo de aprendizagem, no sentido de se prepararem para a sua própria inserção no meio laboral.

 

imgFoi criado um setor de produção, que se organizou num modelo análogo ao empresarial, usando a potencialidade dos clientes para o mercado de trabalho, pelo que os clientes inseridos neste setor cumpriam um horário de atividade e recebiam um subsídio.

 

Paralelamente, O COMPANHEIRO desenvolveu uma área de investigação-ação e de formação profissional a que designou de PROJETOS, recorrendo para isso, a fundos europeus e parcerias com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, nomeadamente o Centro de Emprego de Benfica, zona de implementação.

 

Em 2004, O COMPANHEIRO decide evidenciar a sua vocação para a "prevenção do crime", assumindo uma ação de espetro alargado, indo desde a promoção da melhoria de competências profissionais aos normativos organizacionais de indivíduos, evidenciando o seu público alvo em ex-reclusos e reclusos em regime de RAE e suas famílias.

 

Consulte o nosso folheto informativo (pdf)

 

 

img

Nesta fase, e de acordo com a auto-proclamação preconizada, e a "prevenção do crime" pode atuar a nível individual, agindo sobre a casuística, ou a nível geral, com a finalidade de envolver grupos e a sociedade. Paralelamente, pode revestir uma tripla abordagem:

 

Primária, através de ações que evitem o crime;

Secundária, intervindo em grupos de risco; e

Terciária, apostando na prevenção da reincidência.

 

Os objetivos específicos são, ainda nos termos subscritos pelo próprio O COMPANHEIRO:

 

  • Proclamar valores sociais e espirituais;

  • Promover o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais;

  • Motivar e implementar atividades ocupacionais e laborais;

  • Limitar os danos das vítimas, contribuindo para a gestão do trauma;

  • Superar carências de subsistência, nomeadamente alimentação, residência, higiene e saúde.

 

Durante estes 30 anos, O COMPANHEIRO tem dado apoio psico-socio-laboral a várias centenas de pessoas ex-reclusas (de ambos os géneros), reclusos em Regime Aberto ao Exterior (RAE), estando este vocacionado para a inclusão da pessoa, promovendo a inserção laboral através da melhoria das competências pessoais, profissionais e normativos organizacionais.

 

O COMPANHEIRO procura direta e indiretamente incentivar as pessoas em situação de exclusão social a dar novos passos de integração psicossocial, para que este seja um ponto de passagem e não de ancoragem.

Há que dignificar o Homem, não permitindo a perpetuação dos seus erros.

 

“Quem ousa vence!”

 

Todos os dias acreditamos.

Todos os dias trabalhamos.

Todos os dias reconstruímos.

O COMPANHEIRO © 2014 geral@companheiro.org